O que fariam se fossem Primeiro-Ministro em Portugal por um

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O que fariam se fossem Primeiro-Ministro em Portugal por um

Mensagempor A_Radical em 23 Jun 2009, 14:31

Quero ver se são capazes de resolver os problemas do país com as vossas soluções (усмивка)
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A_Radical
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Re: O que fariam se fossem Primeiro-Ministro em Portugal por um

Mensagempor tytz em 10 Ago 2009, 11:08

Faria o q ele faz.
ou seja NADA.
nao gosto de politica.
MAs apoiava o casamento entre pessoas do mesmo sexo .
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tytz
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Re: O que fariam se fossem Primeiro-Ministro em Portugal por um

Mensagempor Miguel78 em 19 Jul 2010, 22:48

O re-equilibrar das Finanças Públicas é sem dúvida importante e necessário, e agrada-me os sinais de retoma económica e diminuição do défice da balança comercial. No entanto, preocupa-me a persistência do desemprego, principalmente desemprego entre os jovens. Além de ser um problema social sério, é também algo que sem dúvida pressiona o nosso orçamento de estado através dos subsídios de desemprego, acções de formação, etc. Nós temos feito um esforço notável na formação e qualificação dos nossos cidadãos. É importante criar condições para que estes se possam desenvolver profissional e pessoalmente, contribuindo assim para a geração de riqueza no nosso País (que, afinal de contas pagou para a formação dos mesmos).

Agrada-me a aposta feita nas energias renováveis, e estou sem dúvida satisfeito com os resultados obtidos até à data. É importante continuar este trabalho valioso que, para além de contribuir para as nossas obrigações a nível ambiental, ajuda também a reduzir a nossa ainda deficitária balança comercial. Continuamos ainda muito dependentes dos combustíveis fósseis, ainda que a introdução do carro eléctrico possa contribuir para a redução dessa mesma dependência (dependo do sucesso na sua comercialização e da capacidade de resposta a nível de produção de electricidade pelas nossas companhias).

Estou plenamente de acordo com a actuação do Governo no caso da PT, e espero que este Governo (bem como qualquer outro que lhe suceda) continue a defender os interesses estratégicos da nossa Nação. O nosso sector das telecomunicações é, aliás, bastante dinâmico e competitivo, e se calhar estamos na posição de definir estratégias de internacionalização mais ambiciosas na área. Incluindo a nível de serviços de televisão por cabo e satélite.

Estou de acordo com os investimentos anunciados pelo Governo a nível de comboios de alta velocidade, Aeroporto Internacional de Lisboa e a associada 3ª Travessia do Tejo, ainda que talvez o programa seja equacionável dentro das exigências relacionadas com o equilíbrio as contas públicas. Penso que deveríamos também pensar em projectos de projecção re-estruturação e valorização da Área Metropolitana do Porto, complementando os valiosos investimentos que ali têm sido feitos, como o Aeroporto de Sá Carneiro, o Metro do Porto e as suas ampliações de modo a melhor ligar o centro do Porto com concelhos da sua Área Metropolitana. Aliás, se pensarmos numa Área Metropolitana que envolva Braga e Guimarães (dado os movimentos pendulares entre as cidades), podemos pensar numa Área Metropolitana com potencial para ser mais populosa que a de Lisboa.

Existem também projectos para o Metro do Mondego e o Metro de Faro, e penso que estes investimentos podem ser muito importantes no que diz respeito a uma melhor articulação e re-organização das diferentes cidades destas manchas urbanas.

A re-construção da Madeira está a avançar a bom ritmo, embora a conjuntura económica internacional não favoreça a retoma da actividade económica.

Penso também que se deve continuar a desenvolver as linhas de cruzeiro com passagens por Lisboa, Portimão e Funchal, bem como um maior esforço para desenvolver as que passam pelo Porto e diversos pontos dos Açores como Ponta Delgada ou Angra do Heroísmo. Há imenso potencial por explorar nesse aspecto. A Barragem do Alqueva transformou por completo a paisagem daquela zona do Alentejo, criando literalmente um mar de oportunidades. Seria interessante ver como elas se desenvolvem (a nível de qualidade urbanística e paisagística) juntamente com a sua ligação ao recente Aerporto de Beja. É importante também trabalhar as zonas do Interior Norte e Centro do País, que continuam com um índice de desenvolvimento económico desfavorecido. Os meios de comunicação são sem dúvida importantes, mas se calhar temos que investir em meios que não sejam apenas rodoviários, para que as pessoas possam viver numa cidade e trabalhar noutra, combatendo assim efeitos de desemprego muito localizados (como o recentemente anunciado caso da Guarda, por exemplo).
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Miguel78
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