Jogo: Quero uma história!!!

Jogos entre os usuários do Fórum Anti-Homophobia.

Jogo: Quero uma história!!!

Mensagempor Angel/Devil em 03 Out 2008, 16:04

Este jogo consiste no seguinte:

O participante pede uma história e o próximo terá de escrever a história que ele/a pediu, mas modificada.
Depois tem de pedir mais uma história.

Por ex:

Eu quero a história da branca de neve.

O próximo participante teria de escrever essa história modificada e pedir outra. ;)

Vamos dar início ao jogo!

______________________________________________________________________________________________________

Eu quero a história do capuchinho vermelho.
;)
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Re: Jogo: Quero uma história!!!

Mensagempor Bombom Tii em 04 Out 2008, 22:50

Era uma vez uma menina parva que queria levar bolos podres à avózinha, pelo caminho estupidamente encontra um lobo mau e ele diz-lhe o caminho para ir pa avozinha, dissimulada ela segue o seu caminho, chega a casa da avozinha e bate a porta, quando entra o lobo mau pergunta:
L - Capuchinho que decote tao grande é esse?
C - É para tu veres melhor.

L- E essa saia tão curta?
C - É para subir melhor.

L - E as cuecas?
C - Se é pra f*der, assim é muito melhor.


LOL

Quero a historia da Gata Borralheira.
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Re: Jogo: Quero uma história!!!

Mensagempor Pombo em 05 Jan 2009, 23:50

Era uma vez uma tipa, sempre bêbada, que tinha pavor das manas e da tia destas. Obrigavam-na a limpar todo o prédio onde viviam, e ainda o camião do Ti Zé Coxo. Sempre que podia, dava uma escapadela de casa, para poder satisfazer-se com o vizinho, a fim de se ver livre daquela escravatura permanente.
Certo dia, e já farta do vizinho falido e sem esperança, pensou em casar-se com um príncipe, que lhe satisfizesse o seu lado mais capitalista. Então, engendrou mais um plano para fugir de casa, roubou um vestido todo giro no El Corte Inglés, e meteu-se a caminho de uma festa, que tinha lido na MAXMEN.
Chegada lá, e depois de tanto mirar o seu alvo, viu um senhor bem parecido e chiquérrimo, e pôs-se sempre mais próxima dele. Até que meteu conversa com ele: " Olá, eu sou a Gata Borralheira. Boa dona de casa, obediente ao seu futuro marido e com o coração vazio de amor." Bem, o cavalheiro, admirado com tanta beleza, ofuscado com tanta pronúncia do Algarve, perguntou-lhe: " Mas que queres tu de mim?" A Gata respondeu-lhe "Tudo de ti! Acho que és um fofo...rico fofo" . O homem, sempre intrigado, retorquiu-lhe "Mas tu pretendes carinho, amor ou dinheiro?". A Gata, já atrapalhada, porque vira a bófia a entrar na festa, à procura da ladra, respondeu-lhe: "Bem....Tenho de ir embora!! Falamos depois, querido!". "Mas.....Espera!!!! Deixaste um dos sapatos aqui!! OHHHH...". Mas nada havia a fazer - ela metera-se na confusão, e fugira dali bem depressa!
Então, o homem, utilizando os seus contactos e conhecimentos, tentou saber de onde sairia aquela personagem tão estranha e, ao mesmo tempo, cativante! Descobriu mais tarde, que ela vivia perto do Casal Ventoso, num apartamento humilde, acompanhada de pessoas que lhe faziam a vida negra!
Determinado, fez-se ao caminho e tocou à campainha. "Quem é?" - uma voz rude, que nada tinha a ver com a da festa. "Sou o senhor que procura a Gata Borralheira. Ela vive nesta casa?". "Quem a procura?" - a porta abre-se, e uma figura grotesca e repugnante depara-se na cara do príncipe: "Quem é a beldade que a procura?... Ela é tão feia... Que faz com esse sapato na mão?". O príncipe respondeu "Pertence à Gata! E eu sei que ela mora aqui!!! Ou você a chama, ou então chamo eu a ASAE, porque vocês têm uma barraca na feira, onde vendem roupa contrafeita!! ***é???". Outro remédio não teve a assustada mulher asquerosa, em chamar a doce princesa Borralheira. Ela veio, envergonhada, suja e cabelo desgrenhado, e murmurou-lhe:" Sou eu a Gata. E tu és?.........". Com a bebedeira da festa, nem se lembrava de quem ele era... "Sou eu, aquele que tu tentaste seduzir-me na festa da revista masculina. Lembras-te deste sapato? É teu. Chamei-te, mas tu nem ouviste! Quero devolver-te o que é teu.". A Gata suspirou - "Ah.... Que sorte eu tive! E que bom homem és! Desculpa ter saído a correr, mas teve de ser... Muito obrigada!".
O cavalheiro, sem se deter, perguntou-lhe: " Terei a amabilidade de saber o seu nome? Eu chamo-me José Castelo Branco. Muito prazer!" - e estendeu-lhe a mão. "Senhor, sou a menina Betty Graffstein. O prazer é todo meu!"
O resto da história, já sabem qual é...



- Quero a história dos 3 porquinhos. :P
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Re: Jogo: Quero uma história!!!

Mensagempor DiamondPlume em 21 Jun 2009, 19:01

Era uma vez 3 porcos que viviam na Porcolândia: Josefáceo, Esmenerildo e Lubanildo. Os três porcos, irmãos, tinham a cidade em seu poder. A água era sua, a terra era sua, até o ar era seu (imaginem a quantidade de impurezas que devia sobrevoar aquela terra :wall: enfim...).
Os seus habitantes eram pobres e vivam pelas 3 bolotas que recebiam todos os dias dos irmãos J.E.L..

- "3 bolotas. TRÊS BOLOTAS! ISTO É INADMISSÍVEL" diz o Lobo Asmeraldino (da Lobolândia) para os seus acessores. "Aquelas pessoas deviam revoltar-se. REVOLTAR-SE!!!"
- "M-m-m-mas se-se-se-senhor..."
- "Mas senhor NADA. Amanhã, Estrelino, quero que vás e que roubes todo o dinheiro daqueles PORCOS e que lhes destruas a casa. Se não conseguires...eu páro com os ataques à Porcolândia e rendo-me."
- "E-E-E-E-EEEEEEEEEUUUUUUUU???"
Estrelino olhou nos olhos do patrão e nada mais pronunciou. Os olhos maus de Asmeraldino metem medo a qualquer um.

Caso não saibam, a Porcolândia e a Lobolândia sempre andaram em guerra. Sempre! Mas quem começou...foram os Lobos. Isto porque não conseguiam conter a inveja que mantinham dos Porcos por estes serem bem sucedidos e eles não. Ah, mas atenção: não é isso que eles dizem, pois claro que não. Aliás, eles até se propuseram para donos da Porcolândia, fazendo campanha contra os Porcos. Mas a população tem medo dos Porcos. E como estes prometeram protecção contra os Lobos...estava claro quem ia ganhar as eleições, certo? Com 90% de votos a favor e 10% contra...Apenas um grupo de Porcos fez frente aos J.E.L. mas mal encontraram o grupo...como que por magia, desapareceram. Desde esse dia, os Lobos e os Porcos têm andado em guerra constante. Por isso o povo porco é pobre e os J.E.L. têm dinheiro até mais não. Mas continuando a história...

No dia seguinte, Estrelino pôs-se a caminho em direcção à Porcolândia. Sabia bem a sua missão e que teria que a ***prir na perfeição ou o destino de todos os Lobos ia por água abaixo...e a culpa seria sua.
Teve sorte ao chegar à entrada da Porcolândia: nenhum guarda à vista. Não era normal, visto que a Porcolândia tinha os melhores guardas do mundo animal.
A primeira casa que ia assaltar seria a casa de Josefáceo. Iria começar pela fortuna mais pequena até chegar ao grande pote de ouro: a casa de Lubanildo.
Pois chega a casa de Josefáceo e qual não é o seu espanto quando ninguém está. "Óptimo!", diz Estrelino. O cofre só era acessível depois de um código de autenticidade por leitura da retina do olho. Claro que, com o seu elixir olharal conseguiu que a sua retina fosse igual à de Josefáceo. Entrou, roubou todo o dinheiro e no fim deitou uma bomba à casa. O estrondo acordou os guardas que estavam perto, mas com o seu elixir da invisibilidade conseguiu escapar sem nenhum problema. O alarme foi lançado.
À seguinte casa, a casa de Esmenerildo, conseguiu lá chegar rapidamente, antes que a notícia do alarme se tivesse espalhado. Os 6 guardas que se encontravam na porta não foram problema algum, pois o seu elixir da transformação deu-lhe o corpo de uma minhoca, de modo que rapidamente passou por baixo da grande porta de entrada. Dirigiu-se para o cofre, mas este estava trancado com código. O seu elixir adivinhador deu-lhe o código e assim roubou todo o dinheiro que lá estava. No final, deitou bomba à casa e com ela...foram os guardas também.
Chegou a casa de Lubanildo. A melhor e maior casa dos 3 irmãos, totalmente coberta de ouro. Era simplesmente...majestosa.
Estrelino bebeu o último de 3 elixires: o elixir do camaleão. Como nenhum dos 6 guardas o conseguiu distinguir...ele entrou sorrateiramente no grande casarão. Mas nisto chega o Porco-mensajeiro Tolinheda que põe todos os porcos em pânico: as casas dos irmãos de Lubanildo tinham sido destruídas. Estrelino começou a correr directamente para o cofre. O seu elixir da voz transformou a sua voz na de Lubanildo e assim entrou dentro do cofre. Com o que Estrelino não contava é que houvesse outra password de entrada: o nome completo do irmão preferido de Lubanildo. Estrelino não tinha tempo para adivinhas, pelo que lançou a sua última bomba para arrombar a porta do cofre. Entrou e assim que o fez...chegam os guardas porquinos e os irmãos J.E.L. completamente lavados em lágrimas pela perda do seu património. Estrelino tomou o seu último elixir. Só que Estrelino tinha-se esquecido que na garrafa do elixir da rapidez tinha posto elixir da incapacidade.
Estrelino viu a sua missão ir por água abaixo.
Teve que gravar um vídeo, preso nos calabouços porquinos, a explicar o sucedido ao chefe Lobo Asmeraldino.
A Lobolândia deixou de existir e todos os lobos foram feitos escravos.
Os irmãos J.E.L. distribuíram as riquezas da Lobolândia (que não eram muitas, mas valeu pela preocupação dos Porcões) pelos seus habitantes.
E, claro está, Estrelino acabou no caldeirão da sopa Porquês.


R.I.P. Estrelino
01-01-1010 a 01-01-1013



Quero a história da Pequena Sereia :P
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Re: Jogo: Quero uma história!!!

Mensagempor A_Radical em 21 Jun 2009, 19:06

Era uma vez uma sereia, que vivia no fundo do mar

Rodeada de peixes e golfinhos com quem sempre podia brincar

Vestia-se com algas marinhas, usava conchas pro cabelo adornar



Tinha tudo para ser feliz, a sereia de quem vos vou falar

Contuda ela sentia-se só, no coração tinha um espaço por completar

Uma noite o mar se agitou, e uma tempestade fez começar

Assustando tudo à sua volta: as praias, os barcos, as estrelas e o luar

Um barco que por ali navegava, como uma noz se foi despedaçar

No oceano cairam as pessoas, cujas almas ficariam para sempre presas no mar

E a sereia, vendo tal destruição, logo os tripulantes tentou ajudar

Mas o peso do oceano, não a deixava ao topo chegar

E então, foi aí que o viu, moreno, imóvel, olhos da cor do luar

E a sereia percebeu logo que aquele homem iria amar

Prendeu-o no peito, tentou nadar

salvou-o da morte, salvou-o do mar

Deixou-o na segurança da terra que era o seu lar

Beijou o príncipe levemente nos lábios, implorando aos mares para não o matar

E o príncipe acordou, aturdido e sem saber o que se estava a passar

Pensou ter sido salvo por um milagre, da sereia não se conseguia lembrar

Esta depressa se escondeu, não queria o principe assutar

Pensou que ele não compreendiria a sua anatomia e forma de andar

Voltou ao mar com a alma vazia, que dor sentia ao no príncipe pensar

Queria só voltar a vê-lo, e o seu amor poder confessar

Mas, que podia ela fazer? Uma sereia pertence ao mar

Só precisava de pedir ajuda, para na terra poder ficar

Foi a bruxa do oceano que os seus serviços foi entregar

Mas para humana ser, de uma condição ia precisar

"se humana queres ser, para o teu amado amar

Tenho aqui uma poção que as barbatas te podem tirar

Mas tenho uma condição: A tua voz tens de me entregar

E ele tem que dizer que te ama, para a poderes recuperar"

Era arriscado, mas a sereia não podia hesitar

O relógio corria apressado e ela precisava de à terra voltar

Aceitou; a voz e as barbatanas no mar deixou ficar

E com o primeiro raio de sol acordou na areia a queimar

E foi o principe que a encontrou, nua, feliz, silenciada e sem falar

E ficou sem compreender quem era a donzela que acabara de encontrar

Levou-a para o seu castelo, um vestido à sereia mandou entregar

E depois, durante o jantar, uma notícia foi anunciar

"Como sabem, uma tempestade os meus navios foi afundar

E só o milagre dos oceanos foi capaz de me salvar

Contudo, foi em terra firme, que um anjo por mim foi orar

Ajoelhada perante mim, esperou até eu acordar

Apesar de não estar consciente, e da donzela que o fez pouco me lembrar

Acredito que foi Morgana, a rapariga que me fez despertar

Por isso, em honra ao que fez, na obrigação me sinto de a desposar

Afinal, se foi ela que me salvou, como poderia não a amar?"

Dito isto, todos na sala começaram a festejar

E no meio de tanta alegria, na sereia ninguém foi reparar

Nos seus olhos, secos, duas lágrimas da cor do mar si fizeram chorar

E a sereia compreendeu que a sua vinda de nada iria adiantar

O coração do seu amado pertencia a outrém, e contra o amor não se pode lutar

E além disso não tinha voz que o seu feito pudésse confessar

Afinal fora ela, que ao seu lado ficara a orar

Pedindo aos guardiães do oceano que a alma do seu príncipe não deixassem levar

Saiu, e logo percebeui que era inutil no mar tentar mergulhar

Agora era humana, e só os peixes podem no mar ficar

A terra perdera o encanto, já não tinha razões para ficar

Mas por muito que o seu coração desejasse, ao mar também não podia regressar

Chorou, e as suas lágrimas o oceanao foram banhar

E ao sentirem tal prece, todos os seres a foram escutar

"Sereia, sabemos como o teu coração está a implorar

E como te queremos de volta, até a bruxa te vai ajudar

Ela mandou este punhal, só tens de no peito do príncipe o crvar

E logo depois as barbatanas poderás recuperar.

Fá-lo, sereia, não tenhas piedade de quem nunca te poderá amar

A tua missão na terra acabou quando o seu amor por outra o principe foi declarar"

A sereia segurou no punhal, e o coração nele foi colocar

Aproximou-se do quarto do amado, onde ele estava a descansar

Mas, vendo-o assim, tão calmo a sonhar

A sereia amou-o ainda mais e soube que nunca seria capaz de a vida lhe tirar

Largou o punhal, não foi capaz de continuar

Debruçou-se no convés, e no mar foi mergulhar

E depois, não sentiu nada, a calma do mar não foi capaz de a segurar

Em mil bolhas se desfez, e pelo oceano se foi espalhar



Não há registos que provem, a história que acabei de contar

Mas há lendas que persistem, e que devemos preservar

Dizem que depois de morrer, a sereia nunca pariu do mar

E que cuida de todas as almas que as tempestades façam naufragar...

Quero a historia dos 3 porquinhos (усмивка)
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Re: Jogo: Quero uma história!!!

Mensagempor Lady Connata em 13 Jul 2009, 18:15



Os três porquinhos, Prático, Heitor e Cícero, resolveram saír de casa da mãe e, com a ajuda da mesma, cada um construíu a sua casinha na floresta.

O mais preguiçoso, Cícero, construíu uma cabana de palha, pois não se queria cansar.
Heitor decidiu construír uma cabana de madeira, para ser mais quentinha.
E Prático decidiu construir uma casa melhor estruturada, com cimento e tijolos. Como demorou mais tempo a construír, ele muitas vezes vias os irmãos a divertirem-se enquanto ele arduamente completava o seu trabalho.

Os irmãos gozavam-no porque não percebiam para quê tanto trabalho...

Na floresta, onde os três porquinhos construíram as suas casas, havia um lobo mau, que assim que se apercebeu da presença dos três irmãos esfregou as mãos de contente porque já ía ter uma boa janta! Ihihihihihihihihihihihihihihihih

Primeiro foi a casa de Cícero e bateu à porta. Cícero não respondeu e, por isso, o lobo mau com um assoprão desfez a cabana de palha. Quando viu Cícero de fato de cabedal preto, chicote, algemas na mão e um sorriso na cara, perplexo, fugiu com medo do que estava por vir....

Cícero desanimado, sem casa nem amante, correu para casa do seu irmão Heitor.

Ainda com fome, e recuperado do susto, o lobo mau, foi bater à porta da casa de Heitor. Mais uma vez não teve resposta e com dois assoprões destruiu igualmente a cabana de madeira.

No entanto, o lobo mau não estava nada preparado para o que viu e quase teve um ataque cardíaco. Os dois irmãos estavam acompanhados de muitas porquinhas, todas elas vestidas de cabedal preto, que os chicotiavam enquanto eles gemiam de prazer e suplicavam: “com mais força!!!” Elas convidaram o lobo mau a entrar mas ele pensou: “que cena marada! Eu aqui cheio de fome e estas querem atar-me e bater-me? E não têm medo da minha cara de mau... ficaram todas animadas! Isto está muito mal contado... É melhor bazar!”
E o lobo mau fugiu a sete pés!!!!

Completamente confuso com a história, o lobo mau, ainda cheio de fome, decidi esperar pela chegada da noite, enquanto se acalmava e pensava como poderia saciar a fome.

Entretanto os irmãos, sem casa mas com um sorriso de orelha a orelha, pediram asilo a Prático.

Chegada a noite, e desconhecendo que Cícero e Heitor, estavam na casa de Prático, o lobo mau dirigiu-se a casa deste e, sem sucesso tentou derrubá-la. Além de resistente, a fome já tirava as energias ao lobo mau. Lembrou-se de entrar na casa pela chaminé mas começou a cheirar-lhe a queimado. Prático, com uma panela ao lume, queimava a cauda ao lobo.

Assustado, o lobo fugiu e nunca mais voltou: “Cruzes canhoto que porquinhos mais estranhos, ora que querem converter ao sado-masoquismo, ora me querem ir ao rabinho!”

Os três porquinhos viveram felizes para sempre, rodeados de constantes orgias, só para afastar o lobo mau, claro!
Ihihihihihihihihihihihih





Quero a história do Patinho Feio
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