Educação Sexual nas Escolas! Dia 15 no Parlamento!

Tudo sobre educação...

Moderadores do fórum Anti-Homophobia:

Educação Sexual nas Escolas! Dia 15 no Parlamento!

Mensagempor JoaoMineiro em 22 Dez 2008, 14:34

Pessoal no dia 15 de Janeiro irá ser discutida no parlamento um projecto de lei do Bloco de Esquerda sobre Educação Sexual nas escolas.
No dia 14 de Janeiro haverá um Flash Mob no Chiado, e desde já estão todos convidados para assitir à sessão parlamentar onde se estão também a preparar umas acções de luta criativa.

Não se esqueçam 14 de Janeiro, Flah Mob pela educação sexual nas escolas. Dia 15 sessão parlamentar.

Apareçam, Divulguem :)

Parar saber mais sobre o projecto de lei:

Bloco defende alteração de modelo da educação sexual nas escolas
07-Mai-2008
O deputado do Bloco fez uma declaração política sobre a educação sexual dos jovens e acusou os responsáveis políticos dos últimos 20 anos por não terem feito nada para levar de facto a educação sexual para a escola, levando a que o comportamento da juventude portuguesa sobre a sexualidade seja pouco informado e de risco. Leia aqui o texto da intervenção.


Intervenção política do deputado José Soeiro

Um quarto dos portugueses nunca usou preservativo na vida. Mais de metade dos portugueses – cerca de 60% - admitem que não usaram o preservativo na primeira relação com o parceiro mais recente. Mais de metade dos portugueses nunca fizeram o teste da Sida. Um terço das mulheres portuguesas já engravidou sem querer.

Estes são os dados de um estudo apresentado ontem sobre Comportamentos Sexuais e Infecção do VIH/Sida em Portugal.

Mas há mais estudos e mais dados concretos.

Há cerca de 60 mil infectados com VIH/Sida em Portugal, sendo que os jovens são responsáveis por cerca de metade dos novos casos de infecção e que cerca de 15% dos infectados com SIDA têm menos de 25 anos. Há 15,6% de mães adolescentes, valor que faz de Portugal o segundo país da Europa com maior proporção de gravidez na adolescência.

Persistem também em Portugal vincadas desigualdades de género e o preconceito (machismo e homofobia) marca ainda de forma profunda o dia-a-dia daqueles que têm uma orientação sexual ou uma identidade de género diferente das dominantes.

Perante esta realidade, não podemos olhar para o lado. Ela exige uma acção imediata e urgente para resolver um gravíssimo problema de saúde pública. É preciso intervir em muitos domínios, mas há certamente um que é fundamental: a educação sexual.

Há décadas que se fala nisso. Fizeram-se leis, projectos, Grupos de Trabalho, mas quase nada avançou. Desde Dezembro que o Bloco de Esquerda tem visitado dezenas de escolas por todo o país para discutir a educação sexual. Em todas elas, centenas de alunos acorrem aos debates. Contrariando as generalizações simplistas de alguns “velhos do Restelo”, quando a política se interessa pelos jovens os jovens interessam-se pela política. Quando a política tem a ver com as preocupações e os seus quotidianos a política entusiasma os mais jovens, porque é da nossa vida colectiva que falamos.

Mas nas escolas, verifica-se um paradoxo: apesar das leis e das intenções, não existe educação sexual nas escolas. Há projectos, há vontade dos estudantes e de alguns professores, há experiências pontuais. Mas não existe realmente educação sexual nas escolas. Toda a gente que anda nas escolas sabe disso. É o próprio psiquiatra Daniel Sampaio, nomeado pelo Governo para o Grupo de Trabalho que fez propostas sobre a educação sexual, quem reconhece este fracasso quando afirma que “tem tardado a concretização no terreno das medidas propostas” e que “temos propostas que, infelizmente ainda não foram postas em prática nas escolas. Não posso deixar de lamentar” que a educação sexual seja “uma das promessas não ***pridas de sucessivos governos”

A Educação Sexual corresponde a uma das mais persistentes reivindicações dos movimentos dos jovens em Portugal. Contudo, os sucessivos Governos nunca priorizaram esta questão e nunca souberam dar-lhe a resposta série e empenhada que merecia.

É revelador que a escola tenha sido incapaz de incorporar verdadeiramente este tema no seu currículo e de abrir espaços para se discutir aquilo que é uma parte fundamental das vivências juvenis, mostrando as resistências que existem à mudança e a distância que separa a escola da vida dos jovens.

As sucessivas leis que foram sendo aprovadas desde 1984, mesmo quando pareciam avanços, nunca resultaram em nada de substancial. Houve projectos e experiências localizadas muito interessantes, mas faltou coragem política, clareza na atribuição de responsabilidades e recursos a sério para dar sequência às intenções anunciadas.

Apesar das expectativas geradas em sentido contrário, este Governo voltou a cometer o erro do costume: diluir a educação sexual numa área muito mais vasta (Educação para a Saúde), cujas preocupações centrais são de regulação dos comportamentos dos alunos, em vez de criar uma área específica e contratar profissionais especificamente formados e responsáveis para essa área.

Esta incapacidade de assumir algo diferente, mas sobretudo a falta de vontade política do Ministério, num contexto em que os professores estão afogados em tarefas burocráticas e exigências crescentes, fez com que a educação sexual tenha sido, mais uma vez, um completo fracasso.

Ao longo de todos estes anos, de facto, muito pouco mudou. Não é que nada tenha evoluído. Há escolas com experiências interessantes, há estudantes que aproveitam a área-projecto para desenvolver iniciativas exemplares, há associações que têm desempenhado um papel precioso, há centros de saúde que, contrariando as dificuldades, se empenham em passar informação.

Mas falta uma coisa essencial: redes sólidas, profissionais especificamente formados e contratados para se responsabilizarem por esta área, medidas políticas efectivas. E talvez a grande conclusão que pode ser retirada deste processo de mais de duas décadas de implementação da educação sexual é que a insistência na transversalidade e na não obrigatoriedade de facto serviu a desresponsabilização política do Ministério da Educação e da Saúde, a diluição de responsabilidades nas escolas e um discurso de ocultação do que sempre ficou por fazer nesta área. Os resultados de décadas de irresponsabilidade estão à vista: os portugueses continuam sem recorrer a meios anticoncepcionais e que garantam a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis.

É urgente uma nova proposta que responda aos problemas de saúde pública que se vêm agravando.

O Bloco apresenta hoje essa lei no Parlamento. Discutimo-la com milhares de estudantes e professores, em dezenas de escolas pelo país. O conhecimento concreto da realidade tem sido precioso para escolher caminhos.



A proposta do Bloco defende uma área curricular específica de educação sexual, de frequência obrigatória.



Defendemos a criação de uma bolsa de profissionais em cada agrupamento de escolas cuja responsabilidade exclusiva é dinamizar essa área curricular e os gabinetes de atendimento aos alunos que têm de existir em cada estabelecimento de ensino – o que significa não atirar esta responsabilidade para cima de professores sobrecarregados e sem formação específica.



Queremos que na educação sexual se utilizem metodologias activas e participadas. Queremos que se fale de tudo e não apenas da regulação dos nossos comportamentos. A educação não deve ser a imposição de uma moral, mas um espaço de informação e preparação para uma autonomia responsável.



Defendemos a distribuição de preservativos em todas as escolas secundárias. Queremos abrir um espaço de liberdade e de emancipação. A responsabilidade não aceita menos do que isso.




Avatar de usuário
JoaoMineiro
Membro Super
 
Mensagens: 381
Data de registro: 05 Set 2008, 00:37

Re: Educação Sexual nas Escolas! Dia 15 no Parlamento!

Mensagempor JoaoMineiro em 22 Dez 2008, 14:34

Avatar de usuário
JoaoMineiro
Membro Super
 
Mensagens: 381
Data de registro: 05 Set 2008, 00:37

Educação Sexual nas escolas! - Dia 15 no Parlamento

Mensagempor JoaoMineiro em 22 Dez 2008, 16:33

Pessoal no dia 15 de Janeiro irá ser discutida no parlamento um projecto de lei do Bloco de Esquerda sobre Educação Sexual nas escolas.
No dia 14 de Janeiro haverá um Flash Mob no Chiado, e desde já estão todos convidados para assitir à sessão parlamentar onde se estão também a preparar umas acções de luta criativa.

Não se esqueçam 14 de Janeiro, Flah Mob pela educação sexual nas escolas. Dia 15 sessão parlamentar.

Apareçam, Divulguem




------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Parar saber mais sobre o projecto de lei:

Bloco defende alteração de modelo da educação sexual nas escolas
07-Mai-2008


O deputado do Bloco fez uma declaração política sobre a educação sexual dos jovens e acusou os responsáveis políticos dos últimos 20 anos por não terem feito nada para levar de facto a educação sexual para a escola, levando a que o comportamento da juventude portuguesa sobre a sexualidade seja pouco informado e de risco. Leia aqui o texto da intervenção.


Intervenção política do deputado José Soeiro

Um quarto dos portugueses nunca usou preservativo na vida. Mais de metade dos portugueses – cerca de 60% - admitem que não usaram o preservativo na primeira relação com o parceiro mais recente. Mais de metade dos portugueses nunca fizeram o teste da Sida. Um terço das mulheres portuguesas já engravidou sem querer.

Estes são os dados de um estudo apresentado ontem sobre Comportamentos Sexuais e Infecção do VIH/Sida em Portugal.

Mas há mais estudos e mais dados concretos.

Há cerca de 60 mil infectados com VIH/Sida em Portugal, sendo que os jovens são responsáveis por cerca de metade dos novos casos de infecção e que cerca de 15% dos infectados com SIDA têm menos de 25 anos. Há 15,6% de mães adolescentes, valor que faz de Portugal o segundo país da Europa com maior proporção de gravidez na adolescência.

Persistem também em Portugal vincadas desigualdades de género e o preconceito (machismo e homofobia) marca ainda de forma profunda o dia-a-dia daqueles que têm uma orientação sexual ou uma identidade de género diferente das dominantes.

Perante esta realidade, não podemos olhar para o lado. Ela exige uma acção imediata e urgente para resolver um gravíssimo problema de saúde pública. É preciso intervir em muitos domínios, mas há certamente um que é fundamental: a educação sexual.

Há décadas que se fala nisso. Fizeram-se leis, projectos, Grupos de Trabalho, mas quase nada avançou. Desde Dezembro que o Bloco de Esquerda tem visitado dezenas de escolas por todo o país para discutir a educação sexual. Em todas elas, centenas de alunos acorrem aos debates. Contrariando as generalizações simplistas de alguns “velhos do Restelo”, quando a política se interessa pelos jovens os jovens interessam-se pela política. Quando a política tem a ver com as preocupações e os seus quotidianos a política entusiasma os mais jovens, porque é da nossa vida colectiva que falamos.

Mas nas escolas, verifica-se um paradoxo: apesar das leis e das intenções, não existe educação sexual nas escolas. Há projectos, há vontade dos estudantes e de alguns professores, há experiências pontuais. Mas não existe realmente educação sexual nas escolas. Toda a gente que anda nas escolas sabe disso. É o próprio psiquiatra Daniel Sampaio, nomeado pelo Governo para o Grupo de Trabalho que fez propostas sobre a educação sexual, quem reconhece este fracasso quando afirma que “tem tardado a concretização no terreno das medidas propostas” e que “temos propostas que, infelizmente ainda não foram postas em prática nas escolas. Não posso deixar de lamentar” que a educação sexual seja “uma das promessas não ***pridas de sucessivos governos”

A Educação Sexual corresponde a uma das mais persistentes reivindicações dos movimentos dos jovens em Portugal. Contudo, os sucessivos Governos nunca priorizaram esta questão e nunca souberam dar-lhe a resposta série e empenhada que merecia.

É revelador que a escola tenha sido incapaz de incorporar verdadeiramente este tema no seu currículo e de abrir espaços para se discutir aquilo que é uma parte fundamental das vivências juvenis, mostrando as resistências que existem à mudança e a distância que separa a escola da vida dos jovens.

As sucessivas leis que foram sendo aprovadas desde 1984, mesmo quando pareciam avanços, nunca resultaram em nada de substancial. Houve projectos e experiências localizadas muito interessantes, mas faltou coragem política, clareza na atribuição de responsabilidades e recursos a sério para dar sequência às intenções anunciadas.

Apesar das expectativas geradas em sentido contrário, este Governo voltou a cometer o erro do costume: diluir a educação sexual numa área muito mais vasta (Educação para a Saúde), cujas preocupações centrais são de regulação dos comportamentos dos alunos, em vez de criar uma área específica e contratar profissionais especificamente formados e responsáveis para essa área.

Esta incapacidade de assumir algo diferente, mas sobretudo a falta de vontade política do Ministério, num contexto em que os professores estão afogados em tarefas burocráticas e exigências crescentes, fez com que a educação sexual tenha sido, mais uma vez, um completo fracasso.

Ao longo de todos estes anos, de facto, muito pouco mudou. Não é que nada tenha evoluído. Há escolas com experiências interessantes, há estudantes que aproveitam a área-projecto para desenvolver iniciativas exemplares, há associações que têm desempenhado um papel precioso, há centros de saúde que, contrariando as dificuldades, se empenham em passar informação.

Mas falta uma coisa essencial: redes sólidas, profissionais especificamente formados e contratados para se responsabilizarem por esta área, medidas políticas efectivas. E talvez a grande conclusão que pode ser retirada deste processo de mais de duas décadas de implementação da educação sexual é que a insistência na transversalidade e na não obrigatoriedade de facto serviu a desresponsabilização política do Ministério da Educação e da Saúde, a diluição de responsabilidades nas escolas e um discurso de ocultação do que sempre ficou por fazer nesta área. Os resultados de décadas de irresponsabilidade estão à vista: os portugueses continuam sem recorrer a meios anticoncepcionais e que garantam a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis.

É urgente uma nova proposta que responda aos problemas de saúde pública que se vêm agravando.

O Bloco apresenta hoje essa lei no Parlamento. Discutimo-la com milhares de estudantes e professores, em dezenas de escolas pelo país. O conhecimento concreto da realidade tem sido precioso para escolher caminhos.



A proposta do Bloco defende uma área curricular específica de educação sexual, de frequência obrigatória.



Defendemos a criação de uma bolsa de profissionais em cada agrupamento de escolas cuja responsabilidade exclusiva é dinamizar essa área curricular e os gabinetes de atendimento aos alunos que têm de existir em cada estabelecimento de ensino – o que significa não atirar esta responsabilidade para cima de professores sobrecarregados e sem formação específica.



Queremos que na educação sexual se utilizem metodologias activas e participadas. Queremos que se fale de tudo e não apenas da regulação dos nossos comportamentos. A educação não deve ser a imposição de uma moral, mas um espaço de informação e preparação para uma autonomia responsável.



Defendemos a distribuição de preservativos em todas as escolas secundárias. Queremos abrir um espaço de liberdade e de emancipação. A responsabilidade não aceita menos do que isso.
Avatar de usuário
JoaoMineiro
Membro Super
 
Mensagens: 381
Data de registro: 05 Set 2008, 00:37

Re: Educação Sexual nas escolas! - Dia 15 no Parlamento

Mensagempor JoaoMineiro em 22 Dez 2008, 16:35

Avatar de usuário
JoaoMineiro
Membro Super
 
Mensagens: 381
Data de registro: 05 Set 2008, 00:37

Re: Educação Sexual nas escolas! - Dia 15 no Parlamento

Mensagempor corema em 22 Dez 2008, 18:21

Quem anda no liceu (como aluno, prof ou funcionário...) diga-me uma coisa: já existe algum tipo de educação sexual? Se existe, como funciona? E quem dá?
corema
Membro Super
 
Mensagens: 274
Data de registro: 23 Ago 2008, 11:43

Re: Educação Sexual nas escolas! - Dia 15 no Parlamento

Mensagempor JoaoMineiro em 22 Dez 2008, 18:45

Sou aluno do 11º ano e não há qualquer tipo de educação sexual na minha escola
Avatar de usuário
JoaoMineiro
Membro Super
 
Mensagens: 381
Data de registro: 05 Set 2008, 00:37

Re: Educação Sexual nas Escolas! Dia 15 no Parlamento!

Mensagempor Rovisco em 26 Dez 2008, 19:23

acho mto bem que haja educação sexual nas escolas
Avatar de usuário
Rovisco
Membro Vip
 
Mensagens: 892
Data de registro: 07 Ago 2008, 02:16
Localização: Amadora
Sexo: Masculino
Orientação Sexual: Homossexual
Estado Civil: Solteiro(a)
+ 18: Sim

Re: Educação Sexual nas Escolas! Dia 15 no Parlamento!

Mensagempor Pombo em 28 Dez 2008, 02:18

Rovisco escreveu:acho mto bem que haja educação sexual nas escolas

... Sobretudo se houverem aulas práticas! teufel1
Avatar de usuário
Pombo
Membro Diamond
 
Mensagens: 2936
Data de registro: 07 Nov 2008, 22:33
Localização: Onde os pombos vivem...
Sexo: Masculino
Orientação Sexual: Bissexual

Re: Educação Sexual nas Escolas! Dia 15 no Parlamento!

Mensagempor Rovisco em 28 Dez 2008, 02:19

Pombo escreveu:
Rovisco escreveu:acho mto bem que haja educação sexual nas escolas

... Sobretudo se houverem aulas práticas! teufel1




sem preversões pombo...
Avatar de usuário
Rovisco
Membro Vip
 
Mensagens: 892
Data de registro: 07 Ago 2008, 02:16
Localização: Amadora
Sexo: Masculino
Orientação Sexual: Homossexual
Estado Civil: Solteiro(a)
+ 18: Sim

Re: Educação Sexual nas Escolas! Dia 15 no Parlamento!

Mensagempor Pombo em 28 Dez 2008, 02:21

Rovisco escreveu:
Pombo escreveu:
Rovisco escreveu:acho mto bem que haja educação sexual nas escolas

... Sobretudo se houverem aulas práticas! teufel1




sem preversões pombo...


Sim, sr. Moderador.
Avatar de usuário
Pombo
Membro Diamond
 
Mensagens: 2936
Data de registro: 07 Nov 2008, 22:33
Localização: Onde os pombos vivem...
Sexo: Masculino
Orientação Sexual: Bissexual

Re: Educação Sexual nas Escolas! Dia 15 no Parlamento!

Mensagempor Sound_of_Silence em 26 Abr 2010, 01:23

Pombo escreveu:
Rovisco escreveu:
Pombo escreveu:
Rovisco escreveu:acho mto bem que haja educação sexual nas escolas

... Sobretudo se houverem aulas práticas! teufel1




sem preversões pombo...


Sim, sr. Moderador.



Eis um dos vários tabús e preconceitos nas mente portuguesas!!!

Acredito piamente que aqui se trata de uma brincadeira inocente, mas infelizmente esta é uma ideia presente (a sério e sem brincadeiras) nas mentes de pais e filhos!!!
Se essas aulas existissem e fossem facultativas, ao fim de 1 mês, no máximo, os professores iriam estar a falar para meia dúzia de alunos ou até mesmo para uma sala vazia, pois a maior parte, "ao saber que não iria haver aulas práticas" iria desistir!!!
Avatar de usuário
Sound_of_Silence
Membro Webmaster
 
Mensagens: 574
Data de registro: 29 Mar 2009, 14:24
Localização: Almada
Sexo: Masculino
Estado Civil: Solteiro(a)
+ 18: Sim
---------


Retornar para Educação

Quem está online

Usuários vendo este fórum: Nenhum usuário registrado online e 0 visitantes

cron